jogo começou com boa intensidade e foi o Benfica a inaugurar o marcador aos 29’, quando Nicolás Otamendi cabeceou com força após um livre cobrado para a área, colocando as águias em vantagem no Estádio Municipal de Braga. Antes disso, o árbitro anulou um golo a Ricardo Horta, assinalando falta ofensiva sobre Otamendi, num dos primeiros lances discutidos da partida.
Aos 38’, o árbitro assinalou penálti a favor do Braga por mão na bola dentro da área, e Rodrigo Zalazar converteu com tranquilidade para fazer o 1-1. Já nos instantes finais da primeira parte, Pau Victor colocou o Braga em vantagem (2-1) ao aproveitar uma jogada ofensiva rápida, deixando os minhotos na frente ao intervalo.
Na segunda parte, o Benfica entrou mais pressionante e conseguiu chegar ao empate aos 53’, com Fredrik Aursnes a marcar com um remate colocado, restabelecendo o 2-2. O golo deu novo fôlego aos encarnados, que passaram a assumir maior controlo da posse de bola e das iniciativas ofensivas.
O lance mais polémico surgiu aos 74’, quando o Benfica marcou aquele que seria o 3-2, mas o árbitro, após indicação do VAR, anulou o golo por considerar falta no início da jogada. A decisão gerou fortes protestos da equipa benfiquista, num final de jogo tenso que terminou com a divisão de pontos.
No final da partida, José Mourinho foi particularmente crítico, apontando o dedo às decisões do árbitro e do VAR, afirmando que o Benfica foi “claramente prejudicado” e que “há erros que se repetem demasiadas vezes”. O treinador encarnado falou ainda em falta de critério, sublinhando que o golo anulado poderia ter decidido o jogo, deixando duras críticas que prometem marcar a semana do futebol português.
FOTOGRAFIA: FILIPE OLIVEIRA / PRIME SPORTS IMAGES
29/12/2025

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